sábado, 29 de setembro de 2012

Propostas do candidato a vereador em Barra de Santana

O candidato a vereador em Barra de Santana ROBERTO GOMES, do grupo formado pela coligação “MUDAR PARA CRESCER - PT/PDT/PMDB/PSC”, encabeçada pelo candidato a prefeito Joventino de Tião (PSC 20), destacou algumas de suas propostas para melhorar a qualidade de vida dos Barrasantanenses.

Roberto Gomes, inicialmente, falou que a água de Barra de Santana está no centro das atenções dos seus projetos. Prova disso está á solicitação ao Deputado Doda de Tião de uma nova adutora de água, além de outros avanços relacionados à qualidade de vida deste município.

O candidato do PT 13123 vem debatendo diretamente com as pessoas de Barra, políticas públicas e ações voltadas para o saneamento básico. “Barra de Santana tem necessidades urgente de um projeto para executar as obras de saneamento, tratamento de esgoto, água encanada e calçamentos nas ruas da sede e do distrito de Mororó, tendo como mão de obras moradores do município que vão aprender a fabricar  e assentar as manílhas e pisos nas ruas. Temos de gerar mais empregos trazendo empresas para a cidade, mas precisamos de infra estrutura.

O candidato a prefeito se comprometeu comigo a bater as portas do governo federal  e do estado para trazer verbas para melhorar a saúde da população da nossa cidade. Barra de Santana tem empreendedores  e companheiros  que querem ajudar em muito a transformar o social de nossa cidade”, Além disso, temos projetos para criar uma cooperativa de costura, uma cooperativa de criadores de porcos (suinocultura), trazer o Programa Segundo Tempo do Ministério dos Esportes para proporcionar esportes para crianças e adolescentes nas escolas bem como a prática de exercícios para grupos da terceira idade com acompanhamento médico e por fim colocar uma caixa de água na localidade do posto para atender aos sítios próximos,  disse Roberto Gomes.

Ane Gomes, proprietária da fábrica de roupas e esposa do candidato, comentou sobre sua felicidade em fazer parte da luta de Roberto, principalmente porque em seus projetos são levadas em conta todas as questões ligadas às necessidades das famílias. “Sinto-me orgulhosa por acompanhar, como esposa do futuro vereador, todas as mudanças de nossa cidade.”

Ambulância de Catuité omite socorro

O motorista da ambulância de Caturité que estava de plantão, omitiu socorro para uma jovem do Curralinho, na noite da última sexta-feira (28), por qual motivo não se sabe, mas acredita-se na possibilidade de perseguição e retaliação apens porque a família da jovem não segue a orientação do grupo político que esta na prefeitura.

Se o motivo foi este, é uma aberração contra a vida humana. mas não é novidde para uma administração que ofende a sociedade caturiteense quando deixa faltar médico no PSF's municipais, quando humilha o ciddão que precisa da gestão, principalmente na questão SAÚDE.

Segundo a mãe da jovem, a ambulância foi acionada três vezes e o motorista atendeu o telefone de mau humor, dizendo que estava em Queimadas e que já estaria chegando, mas que nunca apareceu. Se a família não tira odo dinheiro da feira para alugr um carro, a jovem poderia está morta hoje. e de qum seria a culpa?

Para lembrar, o celular da ambulância é um OI e em Queimads não pega o sinal da OI.

Alzheimer

Paiva Netto

Um levantamento da Academia Brasileira de Neurologia, ficamos sabendo que de 1999 a 2008 houve no país aumento descomedido do número de vítimas da doença de Alzheimer. Os óbitos saltaram de 1.343 para 7.882, caracterizando um acréscimo de quase 500%. Outro dado que chama a atenção aponta para o fato de que a maioria deles é de brancos e da Região Sudeste.
No programa “Viver é Melhor!”, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), a especialista em gerontologia, pedagoga e diretora da Associação Brasileira de Alzheimer do Estado de São Paulo, Fabiana Satiro de Souza, abordou as causas e as formas de tratamento.

TABUS E DIAGNÓSTICO
Em seus comentários iniciais, destacou que a doença tem sido cercada de muitos tabus: “Existem famílias que não querem nem contar para vizinhos que o parente está com Alzheimer. As pessoas já pensam na enfermidade numa fase avançada e acabam se esquecendo de que, no início, o doente tem muita coisa boa para viver e realizar”.
Ela também comentou o estigma que o idoso carrega por não possuir uma memória tão ativa quanto antes: “Na verdade, se eu me esquecer de alguma coisa é porque estou estressada, mas se o ancião esquece é porque ele está senil. O idoso já possui raciocínio um pouco mais lento, uma natural perda de memória, mas isso é muito mais acentuado numa demência, e ela vem sempre agregada a alguns distúrbios de comportamento, que acabam nos mostrando a característica específica da doença”.
O diagnóstico, segundo a especialista, é feito por exclusão, ou seja, elimina-se a possibilidade de serem outras doenças, a exemplo da depressão ou mesmo de distúrbio da tireoide: “A família é um dos principais mecanismos para ajudar num diagnóstico, porque ela é que vai apontar para o médico quais sintomas estão aparecendo naquele idoso. Essa percepção de que ele está esquecendo raramente vai partir do paciente”.

QUALIDADE DE VIDA
Fabiana Satiro enfatizou que “um dos principais métodos para desacelerar a progressão da doença é a informação. Ela é aliada dos medicamentos e dos tratamentos multiprofissionais. Os familiares e todos aqueles que estão em volta do paciente necessitam conhecer sobre a enfermidade. Tendo o maior número de informações possível, com certeza, a terapêutica será mais adequada. Sendo um mal neurodegenerativo e sem cura, vai progredir, mas pode ser de uma forma mais lenta. Com isso, você ganha um paciente com uma melhor qualidade de vida por muito mais tempo”.
Ao lado da medicação, que é fundamental, existe o tratamento não medicamentoso. A médica explica: “Quanto menos coisa o paciente fizer, mais rápido a doença vai progredir. Além da medicação, a gente vai trabalhar a adequação do ambiente, um treino de memória, criar estratégias para que ele tenha a independência preservada por mais tempo. Em tudo ele vai precisar da supervisão de alguém. O problema é que o ‘ajudar’ é confundido com o ‘fazer por’. Com o tempo ele vai tendo cada vez mais problemas para ficar sozinho”.

MANTER-SE ATIVO
Sobre a prevenção, a também pedagoga Fabiana Satiro esclareceu: “Mesmo que você tenha uma predisposição, se praticar ao longo da sua vida atividade física e intelectual, se ingerir uma boa alimentação, conseguirá retardar a manifestação da enfermidade”.
Nossos agradecimentos à especialista em gerontologia, pedagoga e diretora da Associação Brasileira de Alzheimer do Estado de São Paulo, Fabiana Satiro de Souza, por elucidar o tema. Outros dados podem ser obtidos pelo site www.abrazsp.org.br.
Que lição essa misteriosa doença nos oferece? A de que a dor deve ser corajosamente encarada. Se dela tentarmos fugir pelo atalho do faz de conta, perderemos o caráter sublime de seus ensinamentos.


José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

CDSA disponibiliza em seu portal dados da estação meteorólogica instalada no Campus de Sumé da UFCG

Já está disponível no portal eletrônico do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da UFCG, o link para obtenção de dados da Estação Agrometeorológica instalada no Campus Sumé. As informações também estão disponíveis na página da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (AESA). Informações como quantidade de chuva, velocidade do vento, temperatura e umidade do ar e do solo podem ser consultadas pela população.

Até então, estão disponíveis relatórios agrometeorológicos das cidades de Sumé, Campina Grande e João Pessoa e até o final de outubro, será colocado no ar informações de outras sete estações agrometeorológicas. Os dados são enviados via satélite para a Sala de Situação na sede da Aesa, em Campina Grande. Em seguida, são analisados e disponibilizados na internet.

Para a consulta, no portal do CDSA (www.cdsa.ufcg.edu.br), o visitante deverá clicar no botão “Dados Agrometeorológicos” (lado direito da página). No sítio eletrônico da AESA (www.aesa.pb.gov.br), o usuário fará a consulta, colocando o mouse sobre a palavra “Meteorologia” no menu localizado no canto inferior esquerdo da página e clicar em “Estações Agrometeorológicas”. Feito isso, basta escolher a cidade que você deseja as informações.

A instalação destas estações agrometeorológicas faz parte do projeto “Estudo dos Impactos das Mudanças Climáticas no Estado da Paraíba”, realizada em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a AESA, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba e o Instituto Nacional do Semiárido (INSA).

Rosenato Barreto

MEU DESABAFO: GOVERNO DO ESTADO, SOCORRA AS VÍTIMAS DA SECA

Andando pela zona rural da região do Vale do Piancó, ouço os clamores pungentes dos sofridos sertanejos. Já não suporto ver tanto sofrimento. Confesso que nunca vi, na minha vida de sertanejo, de padre, tanto sofrimento, tanto desespero, tanta dor. E o que ouço, digo com muita honestidade, é de cortar coração.
Citarei as palavras clamorosas  dos meus irmãos agricultores do Vale do Piancó:
-Padre Djacy,aqui está um Deus nos acuda,estamos desesperados.
-Padre, nada de socorro por parte dos governantes, os grandes esqueceram de nós.
-Padre, nada de feira, de poços,de açudes, para nossas comunidades.
-Padre Djacy,nas secas dos anos passados,o governo nos socorria com feira,construção de açudes,barragens,poços,nesta seca está tudo ao contrário.
-Meu Deus, nosso gado está morrendo de fome e sede. Padre,quando eu olho para o meu gadinho magro ,passando fome, começo a chorar, a ficar desesperado.
-Meu amigo padre Djacy,é triste  a gente vê o gado morrendo de fome e sede.
-Seu padre, eu ando três léguas para apanhar água para beber e cozinhar
Aqui não tem água, padre. Aqui a gente se vira como pode. Eita sofrimento, meu Deus!
-Eu vou dizer uma coisa, se não chover para o ano, eu e minha família vamos embora para São Paulo.
-Cadê o governo. Cadê, padre, o governo que não olha  para nós?
-Aqui em casa, é um clamor sem água
-Padre, me dê uma feira, lá em casa não tem nada.
-Seu padre, ainda bem que a gente tem o bolsa família, mas não dá para nada.
-Tem gente que diz que já temos tudo com essas bolsas do governo. Ah, esse dinheiro do governo que  a gente recebe não dá para nada.
-Eu estou revoltado, com vontade de sumir do mapa.
                Na condição de cidadão, de sertanejo e padre, faço ao governo do Estado este veemente apelo:
1-Pelo o amor de Deus, socorra esses pobres sertanejos, com feiras, construções de poços artesianos, açudes, barragens etc.
2-Seu governador, cadê as ações de combate aos efeitos da seca?
3-Por que tanta demora em socorrer os sertanejos do Vale do Piancó, vítimas da seca?
4-Seu governador, será que as vítimas da seca, que moram no Vale do Piacó, não são paraibanos?
5-O senhor me conhece, sabe da minha seriedade. Não estou fazendo sensacionalismo. Tudo o que tenho dito, até agora, trata-se da mais pura verdade, pois eu convivo todos os dias com esses filhos sofridos de Deus, que pedem clemência.
6-Seu governador, desculpe-me o desabafo. Só quero, na condição de pastor, dar uma palavra pelos meus irmãos sertanejos. Só isso. Aliás, seu governador, enquanto estou digitando estes dramáticos apelos, meus olhos são banhados pelas lágrimas. Lágrimas de dor, de indignação, de tristeza.
Padre Djacy Brasileiro, em 25 de setembro de 2012.

Biblioteca do CDSA recebe visita didática de técnico-administrativos da UFCG em Campina Grande

A Biblioteca do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA), recebeu, nesta quinta-feira, 27 de setembro, a visita didática de um grupo de 20 servidores técnico-administrativos que participam do Curso de Atualização em Bibliotecas Universitárias, realizado no Campus de Campina Grande da UFCG.

Na ocasião, o chefe da Biblioteca, Johnny Rodrigues Barbosa, apresentou as instalações da falou sobre as atividades desenvolvidas e os métodos utilizados na catalogação e classificação do acervo, bem como sobre o atendimento aos usuários do setor.

"Tivemos a oportunidade de receber um olhar de outros profissionais bibliotecários, o que nos ajudará bastante na condução dos serviços no setor. É de grande relevância este intercâmbio de informações técnicas sobre gestão e otimização de bibliotecas universitárias”, destacou Johnny Rodrigues.

O grupo de visitantes também conheceu outros setores do campus e no Laboratório de Solos, recebeu da professora Adriana Meira Vital, informações sobre as atividades desenvolvidas no âmbito do Programa de Ações Sustentáveis para o Cariri – PASCAR.

Rosenato Barreto

Projeto no CDSA leva estudantes do ensino médio de Sumé para a vivência da física em laboratório

Um projeto desenvolvido no Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA) da Universidade Federal de Campina Grande está levando estudantes da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José Gonçalves de Queiroz em Sumé para vivenciarem a prática da física através de atividades em laboratório.

A atividade com os estudantes consiste em aulas sobre alguns fundamentos teóricos com o manuseio de equipamentos no Laboratório de Física do CDSA, sob orientação dos professores participantes do projeto, de um técnico de laboratório e de uma estudante bolsista do projeto.

O projeto intitulado “Aplicação da Física Experimental na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José Gonçalves de Queiroz, segundo destacou seu coordenador, o professor José Vanderlan Leite de Oliveira, “trás alguns benefícios aos estudantes: redução do tempo gasto com os cálculos, de modo que os estudantes possam concentrar-se nos conceitos envolvidos nos experimentos; coleta de uma grande quantidade de dados; engajamento dos estudantes em tarefas com alto nível de interatividade e envolvimento em atividades que explicitam a natureza de pesquisa científica; observarem uma versão simplificada da realidade dos fenômenos físicos; tornar conceitos abstratos mais concretos e, auxiliar os estudantes no aprendizado sobre o mundo natural, através da observação e interação com os modelos científicos”.

“Uma das dificuldades no ensino e na aprendizagem da disciplina de Física dá-se através da mistificação que se faz dos conceitos físicos envolvidos e do uso da disciplina ‘Matemática’ como uma ferramenta útil na solução dos problemas envolvidos”. 

De acordo com o professor, “um dos mitos muito utilizado por professores e alunos do ensino médio e até das Universidades é que o entendimento da Física se torna uma tarefa ardil e difícil e que só os alunos ditos excepcionais são capazes de entender e compreender, o que não é verdade. Isso é um dos motivos que os cursos superiores de Física têm uma baixa procura nos vestibulares, refletindo assim, na carência de profissionais dessa área no ensino médio das escolas públicas e particulares. Portanto, faz-se necessários desmitificar a Física como uma disciplina difícil de aprendizagem”.

“A visão do Ensino de Física nas escolas ainda é, deturpada devido, historicamente, esta disciplina ter se distanciado do cotidiano dos alunos e se tornado estéril quando se detém em problemas idealísticos e (ou) irrealísticos de livros, sem trabalhar o concreto e o lúdico. A formação dos profissionais Licenciados em Física anos atrás foi negligenciada pela ausência de programas de incentivo à docência ou discussões sobre a prática de ensino de Física”, salienta.

“Aproximar as ações e relações entre o ensino básico e superior como forma de trocarem conhecimentos e desafios. Esta é uma questão central para as Universidades Públicas, porque a academia é o lugar por excelência onde são formados os futuros profissionais da educação do país. O laboratório natural para a prática docente é aquele que acontece a cada momento nas escolas e demais estabelecimentos de ensino. Este campo de experiência deve ser continuamente investigado para nos anteciparmos às mudanças que de forma sutil vão acontecendo, ao mesmo tempo, em que podemos propor novas abordagens com os professores e alunos na perspectiva de melhorar o Ensino de Física, que é isto que estamos trabalhando neste projeto”, finaliza.

O projeto tem ainda a participação dos professores do CDSA, Adriano Trindade de Barros e Janduy Guerra de Araújo, da professora Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José Gonçalves de Queiroz, Fabiana do Nascimento, do técnico em laboratório de física do CDSA, Osvaldo Farias Alves e, da aluna bolsista Suayra Marta Gomes de Oliveira, do curso de Engenharia de Biossistemas.

Rosenato Barreto

Justiça não vê calúnia na afirmação de que Romero nada fez por Galante e indefere pedido de Direito de Resposta

O Juiz Ruy Jander Teixeira da Rocha, Coordenador da Propaganda de Mídia e Internet de Campina Grande, negou Pedido de Direito de Resposta impetrado pela Coligação Por Amor a Campina, do candidato Romero Rodrigues (PSDB). O pedido foi feito devido à afirmação, no guia de Tatiana, de que Romero, em sua vida pública, “nada fez pelo distrito de Galante, apesar de ter nascido lá”.

Em sua sentença, Ruy Jander disse que a afirmação da coligação de Tatiana “não tem o efeito de atingir a honra do candidato Romero Rodrigues Veiga, nem ocorreu afirmação sabidamente inverídica, impondo-se, assim, o indeferimento do pedido”. A decisão foi publicada na noite desta sexta-feira (28).

No guia da candidata Tatiana Medeiros foi veiculada a informação de que Romero nada fez por Galante e que “quem não tem competência não se candidata. Campina não merece”. A coligação de Romero solicitou o Direito de Resposta, mas, na peça, não citou uma só ação dele em favor do distrito. “Nem na Inicial ele conseguiu dizer o que fez em favor de Galante”, disse o advogado Luciano Pires, da Coligação de Tatiana.

Sem competência - Em seu despacho, o magistrado acompanhou o parecer do Ministério Público Eleitoral, pela improcedência do pedido. De acordo com Ruy Jander, “a Coligação Campina Segue em Frente (da candidata Tatiana Medeiros) fez constar de sua propaganda eleitoral gratuita no rádio a afirmativa de que o candidato Romero Rodrigues não teve competência para levar melhorias até o Distrito de Galante, e que ‘quem não tem competência não se candidata’”.

Na defesa, os advogados Luciano Pires, Karina Maciel e Joober Amorim alegaram que a afirmação nada mais é que uma “crítica à atuação parlamentar do requente e que não há nenhuma difamação no texto, apenas a intenção de estimular os eleitores a refletir sobre o desempenho de adversário político”.

“Sobre a veracidade da suposta ofensa, o requerente não se desincumbiu ao menos de articular por quais motivos e em que aspectos a mensagem é sabidamente inverídica. Afinal, seria próprio ou não do debate político perquirir acerca do que realizou ou se nada realizou determinado candidato? Nem mesmo no pedido de resposta o Requerente assinalou o que fez no Distrito de Galante”, disse a defesa.

Que responda em seu programa – Os advogados afirmam que se Romero quiser que utilize seu programa para responder e apresente as ações que fez por Galante. “(...) que use seu horário eleitoral para apresentar suas ações em benefício do Distrito de Galante. Sem olvidar que, reitere-se, a inicial não revela quais foram os projetos ou atuação do Requerente em prol daquela comunidade, a par de infirmar as pretensas ofensas”.

Ruy Jander lembrou que “o direito de resposta só cabe quando o texto dito ofensivo contenha injúria, calúnia, difamação, inverdade ou erro, e quando constitui ofensa direta a pessoa, física ou jurídica”, o que não foi o caso. “Parece-me, como concluiu o MPE, não se vislumbrar "resquício sequer de propaganda eleitoral negativa, inexistindo nos trechos recortados conteúdo zombeteiro ou ofensivo à dignidade do candidato representante”.

Segundo ele, trata-se de “uma crítica, sem dúvida mordaz, porém, circunscrita à atuação política do candidato, ‘sendo’ da natureza do debate de idéias o exercício da crítica veemente, como forma de discordar dos pontos de vista apresentados pela parte contrária” e que a linguagem utilizada “não ultrapassa o limite da crítica contundente”.

Depressão infantil

Paiva Netto

Recente levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) demonstra que, em todo o planeta, 20% das crianças e dos adolescentes apresentam sintomas de depressão, como irritabilidade ou apatia e desânimo. Os dados referentes ao Brasil sugerem que esse tipo de distúrbio se faz presente entre 8% e 12% da população infantojuvenil.
É um número preocupante. Saber lidar com essa problemática, que jamais esteve restrita a adultos e idosos, é providência urgente para pais e educadores.
O programa “Educação em Debate”, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), que discute os principais assuntos da educação pela ótica da Espiritualidade Ecumênica, entrevistou o dr. Gustavo Lima, psiquiatra da Infância e da Adolescência, que nos aponta algumas causas da depressão nas fases iniciais da vida e como notá-las: “Primeira coisa — uma investigação clínica pormenorizada. Segunda coisa — é muito importante lembrar que os transtornos afetivos na infância e na adolescência são de causa multifatorial, ou seja, diversos fatores podem causar a depressão: genéticos, ambientais, entre outros. Entretanto, na nossa prática clínica, o que aumenta muito a chance de uma criança ficar deprimida são os ambientes familiar e escolar desfavoráveis”.

DIFERENÇA COMPORTAMENTAL
O que dificulta, de certa maneira, pais e educadores perceberem que o filho ou o educando está deprimido é o comportamento dessa patologia entre as faixas etárias: “Diferentemente dos adultos, as crianças não ficam deprimidas o tempo inteiro. Às vezes, os pais deixam de levar o filho para uma avaliação porque em algum momento do dia ele se divertiu. E isso não significa que não esteja deprimido”, esclareceu o especialista.
E alertou ainda: “É preciso, também, muito cuidado com os sintomas de ideação de morte, quando vêm à mente ideias suicidas. Quando você está diante de uma criança deprimida com esses sintomas, é muito importante uma avaliação médica e um tratamento com psicólogo. Em alguns casos, dependendo da gravidade, recorrer a tratamento farmacológico”.

PREVENÇÃO
Para o dr. Gustavo Lima — que é membro do Programa de Atendimento a Transtornos Afetivos do Serviço de Psiquiatria da Infância e Adolescência, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP — existem algumas atitudes que podem ajudar a prevenir a depressão nas crianças: “Além de um acompanhamento pediátrico, cuidar das horas de sono e da alimentação, um ambiente familiar estruturado é fundamental. Outra coisa importante é uma escola que favoreça o desenvolvimento da criança, que consiga identificar as reais potencialidades dela. Então, saúde, bem-estar, ambientes familiar e escolar favoráveis, prestar atenção também em questões genéticas contribuem, e muito, para se prevenir a depressão infantil”.
Atentemos, pois, às elucidativas recomendações do dr. Gustavo Lima. E não descuidemos de proporcionar aos pequenos e aos jovens um espaço sadio, enriquecido por uma Espiritualidade Ecumênica orientada pelos melhores princípios éticos. Desde cedo, devemos ter consciência de que a prece, a meditação, a confiança em Deus ou nas forças da Natureza são eficientes recursos ao equilíbrio bio-psíquico-espiritual.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

Júlio César ressalta que debate do SINTAB serviu para mostrar aos servidores que seu projeto é o melhor para a cidade

O candidato a prefeito de Fagundes, do grupo formado pela “Frente da Mobilização Democrática Fagundense - PMN / PSC”, encabeçada por, Júlio César (PMN 33), avaliou o debate promovido pelo SINTAB na tarde desta quarta-feira (26) como proveitoso, principalmente porque pode expor os pontos primordiais que devem ser investidos e explorados para garantir uma melhor qualidade de vida para dos servidores públicos fagundenses como a população em geral.

Para Júlio o debate serviu como uma oportunidade para esclarecer a população de uma forma nua, crua e diferenciada para que o povo escolha os melhores candidatos. O debate também mostrou segundo o candidato do PMN o que é a pessoa, o momento que cada um se enaltece e fica nervoso, porque uma administração pública tem altos e baixos com relação ao temperamento das pessoas.

“O debate serviu para mostrar que a nossa equipe está preparada para assumir a administração do município de Fagundes, porque nós estamos preocupados com a realidade do município. O atendimento médico na área de saúde, a readequação das estradas e a geração de emprego são os pontos primordiais que estamos enfocando em nossa campanha”, relata Júlio César.

O candidato que representa a verdadeira oposição na cidade, destacou que a discussões acaloradas durante o debate, essencialmente no último bloco quando os candidatos fizeram perguntas entre si, com direito a réplica e tréplica, foi um processo normal que faz parte do embate eleitoral. “Consegui mostrar equilíbrio e também que tenho boas propostas para que o nosso município possa se desenvolver no caminho seguro, crescendo e gerando oportunidade para o povo. Também percebi que nossos adversários se mostraram bastante desinformados e inseguros no que estavam falando”, comentou.

Segundo o pemenista o debate também foi uma forma de avaliar as reações e o perfil psicológico dos candidatos durante situações em que são pressionados.

Para os servidores, Júlio reforçou sua proposta de garantir concursos públicos anuais para suprir os quadros defasados da saúde e revisão dos planos de cargos e carreiras na Prefeitura.  “Nós, que escutamos esses servidores, sabemos como são tratados pela atual gestão”, argumentou o candidato, antes de se comprometer com, pelo menos, duas ações: concursos públicos anuais para preencher os quadros da saúde e revisão do plano de cargos e carreiras dos servidores da área.

Júlio César ressalta que suas propostas deverão sanar a instabilidade no serviço público municipal. Já para aperfeiçoar os vencimentos atualmente recebidos pelos trabalhadores da saúde, Júlio se comprometeu a enviar à Câmara projeto de reestruturação dos planos de cargos e carreiras dos profissionais. "Foram anos de enganação, com poucos serviços e muitos gastos em propaganda enganosa", discursou.

Ainda no sentido de valorizar os servidores, o candidato propôs agenda permanente de qualificação, com atividades regulares. “Precisamos valorizar o servidor objetiva e subjetivamente”, resumiu Júlio César 33.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Nas bancas, o melhor do cariri

Vá sem pressa, faça uma prece!

Paiva Netto

Sempre tenho chamado a atenção das pessoas para que tomem cuidado com o trânsito nas estradas e nas metrópoles.
Num editorial da conceituada Folha de S. Paulo, de maio de 1994, encontrei este pensamento de Goethe (1749-1832), famoso vate e escritor alemão: “A morte é, de certa forma, uma impossibilidade que, de repente, se torna realidade”. Realmente, a maioria dos Seres Humanos não pensa que um dia terá de “passar desta para melhor ou para pior”, de acordo com o seu comportamento na Terra.
O grande equívoco da Humanidade é viver como se depois da morte nada houvesse. Certamente, conforme nos revelam os Mentores Espirituais, um dos maiores dramas na Pátria da Verdade é a chegada de multidões livres das algemas da carne, mas completamente ignorantes do que seja o Mundo Invisível.
Mas voltemos ao editorial da Folha de S. Paulo, sobre violência no trânsito, cujo conteúdo, infelizmente, ainda é atualíssimo: “(...) a frase do grande poeta alemão reflete com admirável precisão a maneira como muitos encaram a morte. E não resta dúvida de que essa visão é especialmente comum entre os jovens, cuja inexperiência aliada a um arrebatamento natural como que lhes confere um sentimento de onipotência e imortalidade. E esse sentimento, por ser extremamente enganoso, tem muitas vezes consequências terríveis. As mais notáveis e perversas se fazem ver no alto índice de envolvimento de jovens em acidentes de trânsito no mundo inteiro. Desastres do tráfego já são a principal causa de morte nessa faixa etária, fazendo mais vítimas do que a aids ou outras doenças incuráveis".
Não adianta dispor leis para os Seres Humanos. É preciso prepará-los para a Lei. O código de trânsito já existe. Todos sabem que têm de utilizar o cinto de segurança, diminuir a velocidade e respeitar sinais e faixas. No entanto, por que muitos não cumprem essas normas? Talvez porque não valorizem a própria existência.
A Campanha Vá sem pressa, faça uma prece!, promovida pela Legião da Boa Vontade, visa à conscientização de motoristas e pedestres, para que venham a acatar as leis de trânsito por Amor à sua vida e à dos semelhantes.
Fica aqui, portanto, a nossa contribuição para o fim da violência no trânsito, de forma que a velocidade irresponsável ainda existente nas ruas se sublime em atos cada vez mais velozes de socorro às pessoas em situação de pobreza e de respeito a todos. Eis o nosso lema: Promover Educação e Cultura com Espiritualidade Ecumênica, para que haja Consciência Socioambiental, Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos, no despertar do Cidadão Planetário.
Vá sem pressa, faça uma prece!
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A Prece do Motorista

(Extraída da Revista Boa Vontade, no 26, de agosto de 1958, a Oração ficou famosa na interpretação de Alziro Zarur (1914-1979), saudoso fundador da LBV, em seus programas radiofônicos.)

Jesus,/ quero que sejas/ a Luz dos meus olhos,/ para que eu veja sempre o caminho certo!
O Guia de meus braços,/ para que eu me dirija sempre para o Bem!
A Força de minha vida,/ para que eu resista na luta diária pelo pão!
O meu Amigo constante,/ para que eu sirva a todos com Boa Vontade!
O Amor de meu coração,/ para que eu ame a todos como a mim mesmo!


José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

Pesquisadora da UEPB apresenta experiências do Território Rural do Cariri em universidade da Colômbia

Apresentar experiências trabalhadas no Território de Desenvolvimento Rural Sustentável do Cariri Oriental e o processo de gestão de recursos ofertados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário via Secretaria de Desenvolvimento Territorial e contrapartida das organizações e governos locais é o objetivo da jornalista paraibana e pesquisadora da Universidade Estadual da Paraíba(UEPA), Raiza Madje Tavares da Silva(foto), que está participando durante essa semana de um encontro na Universidade da Colômbia, na capital Bogotá.

Componente do Mestrado em Desenvolvimento Regional da UEPB, Raiza participou do Programa Domingo Rural deste domingo(16/09) informando que uma equipe de cinco pesquisadoras/estudantes do mestrado estarão participando da atividade na universidade daquele país situado no Continente Sul Americano.  “Desde que entrei neste mestrado tenho me dedicado a compreender a política de desenvolvimento territorial que tem sido desenvolvida aqui no Brasil aproximadamente desde o ano de 2003 com a criação da Secretaria de Desenvolvimento Territorial no Governo Lula, essa política tomando como base esse enfoque territorial ela não acontece somente no Brasil, na verdade no Brasil nós já temos herdado estas práticas da experiência latina americana, experiência européia, e nós vamos agora realizar esse intercâmbio”, explica a jornalista acrescentando que já apresentou trabalhos em Estados da Região Nordeste discutindo questões relacionadas a evolução da política de desenvolvimento territorial no Brasil na dinâmica de como elas acontecem, quais são as bases teóricas que inspiraram a elaboração dessa política dentre outras. “Agora a gente vai ter esse evento na Colômbia, não somente com estudiosos acadêmicos de lá da Colômbia, mas de outros países como México, Peru, outros países da América Latina que trabalham essa política de desenvolvimento territorial, cada um com o seu modelo, com a sua forma e a gente para apresentar o modelo do Brasil”.

Tavares explicou detalhes da pesquisa e das políticas e entraves que são trabalhados nos territórios com ênfase no Cariri Oriental que envolve 14 municípios com características e identidade própria. “Pelos dados preliminares que tenho percebido, a política funciona, claro que tem seus desafios, tem ainda alguns pontos que devem ser concertados, a política por parte do governo tem sido sempre reafirmada como política que dar certo é uma política que se coloca como ponto diferencial em se trabalhar a questão da participação da sociedade civil através dos Fóruns Territoriais e na verdade o que a gente percebe de pequenos defeitos e limites que cada território tem é tanto relativo a questão de como a política se desenvolve de cima pra baixo, mas também na questão da articulação dos atores de cada território, então cada caso é um caso, cada território tem suas características, suas potencialidades e essa é a função da academia: a gente fazer esse diagnóstico de cada localidade”.

Durante amplo diálogo ela explicou como se desenvolverá o trabalho na Colômbia. “A gente sai daqui na madrugada da terça-feira(18), lá no dia 19 já tem início o evento e aí são três dias de evento: 19, 20 e 21 no Instituto Javeriano de Bogotá onde existe um grupo de estudiosos na questão do desenvolvimento urbano e regional  lá na Colômbia e aí a gente vai apresentar os nossos trabalhos via nossos artigos, ter acesso e perceber os outros trabalhos dos outros países, participar de uma série de ciclos de palestras e além disso a gente também vai ficar filiado a essa associação de estudiosos colombianos e de outros países que trabalham a questão do desenvolvimento urbano e desenvolvimento regional onde a gente vai está filiado durante um ano, além do mais a gente vai ter esses artigos publicados numa revista científica da Colômbia”, explica Raiza que é também componente do Stúdio Rural.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Troféis produzido na Paraíba tem reconhecimento em, toda região Nordeste

Francisco Aranha Filho, bastante conhecido no meio da vaquejada como Chico Aranha, é um artesão bastante conhecido como sendo um dos melhores fabricantes de troféus do Brasil, bastante requisitado nas principais provas de vaquejada do Brasil, foi escolhido pela direção da Associação dos Vaqueiros Amadores do RN (ASSOVARN) para padronizar os modelos de troféus das etapas do seu campeonato.

Diante da qualidade dos seus troféus Chico Aranha recebeu varias encomendas de troféus para outras vaquejadas do Rio Grande do Norte e região, que até então não conheciam seu trabalho e diante do seu alto padrão não o procuravam. Chico Aranha costuma a dizer que tem troféus de todos os gostos e preços, lembrando que sempre preza pela qualidade e pontualidade.

"Um Produto de vaqueiro pra VAQUEIRO"

Júlio César ressalta suas propostas para as mulheres de Fagundes

O candidato a prefeito de Fagundes, do grupo formado pela “Frente da Mobilização Democrática Fagundense - PMN / PSC”, encabeçada por, Júlio César (PMN 33), destacou nesta sexta-feira (21) algumas de suas propostas para melhorar a qualidade de vida das mulheres fagundenses.

Júlio César, inicialmente, falou que a saúde da mulher de Fagundes está no centro das atenções do seu Plano de Governo. Prova disso está á ampliação da possibilidade de modernização e informatização dos postos de saúde de modo a agilizar o resultado de exames, além de outros avanços relacionados à qualidade do atendimento.

O candidato do PMN 33 vem debatendo diretamente com as mulheres fagundenses políticas públicas e ações voltadas para a atenção à saúde da mulher. “Fagundes tem mulheres que são mães e pais ao mesmo tempo. Temos de gerar mais empregos para essas mulheres. A deputada federal Nilda Gondim se comprometeu comigo a bater as portas do governo federal para trazer verba para melhorar a saúde da mulher e da população da nossa cidade. Fagundes tem mulheres guerreiras como a minha esposa e companheira que ajudará em muito a pensar o social de nossa cidade”, disse Júlio.

Cícera Pereira comentou sobre sua felicidade em fazer parte do projeto do Júlio César, principalmente porque em seu Plano de Governo são levadas em conta todas as questões ligadas às necessidades da mulher. “Sinto-me orgulhosa por representar, como candidata a vice-prefeita, todas as mulheres de nossa cidade.”

Acontece

Trajetória: Isabel Barbosa, cantora lírica nordestina, se destaca em reportagem da Revista Claudia de setembro.

A trajetória da soprano paraibana Isabel Barbosa é destaque na edição de setembro da respeitada publicação Claudia.

Com o título "Ópera da Resistência", a revista conta a infância pobre na cidade de Esperança (PB) até subir aos palcos europeus com cantores líricos importantes.

No Brasil foi violinista na OSRN e OSPB,sucessivamente seguiu carreira de cantora lírica.
Graduada e Pós-graduada em Canto Lírico pelo Conservatorio Luigi Cherubini,de Florença (Itália) alem do Master in Voice and Pedagogy,nos EUA.

Em 2009 torna-se a primeira brasileira a participar da conceituadíssima Accademia Festival Pucciniano,Italia.

Atualmente Isabel Barbosa è radicada na Itália e é uma das vozes mais requisitadas do cenario Europeu.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Estudantes de agroecologia apresentam programa de extensão do CDSA em festival do Mel de São José dos Cordeiros

Integrantes do Programa de Ações Sustentáveis para o Cariri (Pascar) do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da UFCG participaram, entre os dias 14 e 15 de setembro, do “IV Festival do Mel” e “IV Seminário de Integração da Cadeia Produtiva da Apicultura do Cariri Ocidental Paraibano” em São José dos Cordeiros. 

Ao longo dos dois dias do evento, a equipe do Pascar participou das atividades culturais e apresentou o Programa, expondo tijolos e telhas pintados com terra e a coleção de solo colorido, material informativo com orientações diversas aos agricultores da região, estudantes e comunidade em geral, além de cartilhas sobre uso sustentável do solo que foram entregues aos agricultores. O stand foi um dos mais visitados do evento. Dentre as atividades organizadas também participaram de palestras, seminários, minicursos e visitação às experiências exitosas na região.

O evento teve como objetivo discutir a transferência de novas tecnologias para melhorar a atividade apícola no estado, que conta, segundo dados da Emater, com aproximadamente 1.327 apicultores.

Na oportunidade os membros do projeto Matutando Agroecologia nas Ondas do Rádio (que integra o Pascar) Darlan Ramos, Nívea Dias e Paolla Leite, entrevistaram apicultores e autoridades que estiveram presentes ao evento e recolheram informações sobre a atividade que se expande na região do Cariri.

 “O Festival foi uma oportunidade preciosa para os estudantes do CDSA ouvirem propostas, aprenderem mais, conhecerem pessoas e socializarem seus saberes sobre os caminhos e alternativas da apicultura e da agroecologia na região e também para estender as ações do Pascar para outros municípios”, disse a professor Adriana Vital, coordenadora do Programa de Ações Sustentáveis para o Cariri.

Rosenato Barreto

Furacão na Botocúndia

Rosildo Barcellos*

   Certamente quando José Bento Monteiro Lobato, que nasceu seis anos antes da abolição da escravatura e que passou a infância em Taubaté (SP) entre a fazenda Santa Maria, no bairro de Riberão das Almas, a casa do Largo do Teatro e a chácara do Visconde (propriedade de seu avô, José Francisco Monteiro - Visconde de Tremembé) nunca imaginou que um de seus trabalhos seria alvo de uma audiência de conciliação no STF por racismo. É muito importante ressaltar que no auge de suas publicações a escravidão fora recém  abolida e os antigos escravos eram marginalizados, discriminados e segregados ... evidentemente.

      Até porque em abril do ano de 1921 foi realizado o lançamento da “menina do narizinho arrebitado” acrescida de histórias inéditas, com 181 páginas e com tiragem de 50 mil exemplares e que foi adotada pelo Governo de São Paulo, para a rede escolar sem nenhum problema. É certo que o “racismo” de Lobato aparece para crianças, quando ele se reporta a Tia Anastácia, e quando se refere a maneira que  ela subia em árvores. No livro em questão - Caçadas de Pedrinho, é um clássico da literatura infantil, publicado em 1933 — é adotado em diversas escolas públicas, e faz parte do acervo do Programa Nacional Biblioteca na Escola.

     Evidentemente vejo a questão por outro prisma. Até porque é uma excelente oportunidade para levar para a sala de aula o debate sobre os temas de relevância para a prática educacional, inclusive não somente o racismo, mas também a saúde e o trânsito e suas relações com o momento histórico. Inclusive  me referindo a Semana do Trânsito de 18 a 25 de setembro, rememoro um trecho de Monteiro Lobato em carta dirigida ao amigo Godofredo Rangel.

     “Curiosa a mudança de mentalidade que o automóvel ocasiona. O pedestre passa a ser uma raça vil e desprezível, cuja única função é atravessar as ruas. Quem adquire auto promove-se de 'pedestre' a 'rodante' - e passa a desprezar os miseráveis pedestres que se arrastam pelas superfícies, como lagartas." São Paulo, 10/9/1923.

       Destarte este debate tem de ser levado a escola aos lares até porque  devemos essa gentileza ao futuro, já que pouco pudemos fazer pelas gerações passadas.Não conseguimos fazer um mundo mais fraterno. É imprescindível realizar um esforço para conhecer e estudar as dores do tempo em que viveram nossos precursores. E desta forma  vamos estudar o real valor da obra de alguém que revolucionou o mercado editorial no Brasil (fundou a Monteiro Lobato e Cia em 1918),foi adido comercial nos EUA  além de ser uma pessoa com imenso carinho pelas crianças;  e os temas que aparecerem devem ser expostos e colocados, em sala de aula, nas conversas de pais e filhos , toda vez que uma criança passar pelas  palavras “ deprimentes” mas que, nós sabemos, fizeram parte da experiência de homens e mulheres de uma época .

     Por isso o trânsito, o racismo, a importância da amizade, do agradecimento as pessoas e a motivação para os sonhos e a imaginação, devem estar inseridos na prática pedagógica cotidiana. A juventude precisa de sonhos e se nutrir das lembranças, assim como o rio precisa da água que descamba por suas curvas sinuosas. Precisamos ver o colorido da água da chuva que cai e não a maldade do raio que destrói. Lobato deixou um legado de personagens que ficarão para sempre impregnados na memória daqueles que tiveram contato com as histórias de Jeca Tatu, do Saci, da Cuca, da Emília, da Narizinho entre tantos outros que são os sustentáculos da obra deste autor ímpar. A leitura que tive das obras de Monteiro Lobato, enriqueceu minha vida, alargou meus horizontes e me ensinou a pensar.
*Articulista

TRE pede para MPE investigar abuso de poder e uso indevido da Rádio Cariri e confirma mais uma multa de R$ 42 mil è emissora

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba – TRE-PB determinou nesta quinta-feira (20) que o Ministério Público Eleitoral – MPE investigue possível prática de abuso de poder econômico e uso indevido da Rádio Cariri AM de Campina Grande por parte da candidata Daniella Ribeiro (PP), da Coligação Pra Campina Crescer em Paz. Da mesma forma, os juízes da corte paraibana mantiveram a multa de R$ 42.564,00 aplicada pela Justiça Campinense à emissora, negando recurso da candidata do PP.

Os Juízes do TRE-PB, por unanimidade, decidiram seguir o voto do relator, Juiz Miguel de Brito Lyra Filho, mantendo a multa à emissora e solicitando a investigação por parte do MPE. No último dia 31 de agosto, o Juiz Ruy Jander Teixeira da Rocha, da 17.ª Zona Eleitoral de Campina Grande, também havia solicitado ao MPE a abertura de um procedimento de investigação de abuso de poder econômico e uso indevido da Rádio Cariri, por parte da candidata Daniela Ribeiro.

Caso os crimes sejam configurados, Daniela Ribeiro poderá se tornar inelegível, como prevê o art. 22 da Lei Complementar n.º 64/90. Na sentença publicada pela 17.ª Zona Eleitoral, Ruy Jander disse que solicitou a investigação por parte do MPE em face da reincidência de crime eleitoral praticado pela Rádio Cariri AM, lembrando que existem três representações contra a emissora, todas com sentença julgada procedente.

“Como se trata da terceira representação contra a mesma emissora, por beneficiar uma mesma candidatura, determino a remessa de cópias das provas e outras peças necessárias ao MPE da 16ª Zona Eleitoral, para análise de possível prática de abuso do poder econômico e de uso indevido dos meios de comunicação social (art. 22 da LC 64/90)”, diz o Magistrado.

85 mil em multas - A Rádio Cariri já foi condenada em três processos, resultando em duas multas no valor de R$ 21.282,00 e uma outra no valor de R$ 42.564,00. Juntas, as multas somam R$ 85.128,00. Porém, há outras representações a serem julgadas, o que poderá elevar ainda mais este valor. A coligação de Daniella recorreu das três condenações, duas delas julgadas, porém, com sentenças mantidas pelo TRE-PB.

Nos três casos, a emissora foi multada devido a comentários elogiosos de locutores à candidata Daniela Ribeiro e comentários negativos das candidaturas adversárias, o que é proibido pela Legislação Eleitoral. Nas sentenças, os juízes lembram que a emissora é de propriedade da família da candidata do PP. “As emissoras regionais de rádio e televisão, em verdade influenciadas ou subordinadas às redes nacionais, com o agravante de serem, quase todas, pertencentes a grupos políticos, multiplicam sua capacidade de influência”.

Ruy Jander afirmou ser dever da Justiça “assegurar o equilíbrio de forças no pleito eleitoral, não permitindo que uma emissora de rádio ou de televisão encampe, mesmo de forma subliminar, a campanha de um candidato ou candidata em detrimento dos demais, ou que ataque de forma grosseira algum candidato, com adjetivações aleivosas, afrontando o princípio da isonomia”.

Ass.Com Comunicação & Marketing

Laboratório de Ecologia e Botânica do CDSA recebe visita de técnicos da Secretaria Estadual de Recursos Hídricos

O Laboratório de Ecologia e Botânica (LAEB) do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido/UFCG recebeu no último dia 13 de setembro, a visita de dois representantes da Secretaria de Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia da Paraíba - Rogério Ferreira (gerente executivo de meio ambiente) e de Genival Quirino (gerente operacional) da Secretaria de Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia da Paraíba, acompanhados dos membros da organização não governamental SOS Sertão, Felipe Carlos Pereira de Almeida (Engenheiro Florestal responsável pelo Programa Tropical Florest Conservation) e Amós Araújo, da equipe técnica da entidade. 

O objetivo das visitas foi conhecer as atividades de pesquisa desenvolvidas pela equipe do LAEB que conta com a coordenação da professora Alecksandra Vieira de Lacerda.

Além das instalações do LAEB, os visitantes conheceram o setor de produção de mudas de espécies nativas e a área experimental para estudos de ecologia e dinâmica da Caatinga.

De acordo com a professora Alecksandra Vieira, ao final da visita foram identificadas oportunidades de parceria destas instituições com o Laboratório, visando ao fortalecimento das ações que visam promover a conservação do Bioma Caatinga e o desenvolvimento social do Semiárido paraibano.

Rosenato Barreto

Nuances do mensalão

Existem muitos vícios arraigados na sociedade brasileira e o da desculpa está sempre presente. Ela é utilizada por todos os segmentos sociais, mas sobressai na administração pública. Os dos andares de cima a utilizam sem ficarem vermelhos, ainda que ela seja flagrantemente descabida. Recentemente coube à senadora Marta Suplicy negar que sua indicação para ministra nada tem a ver com seu apoio a Haddad, antes negado veementemente. Como a desculpa recorrente alcança a todos, nem a Suprema Corte de Justiça escapa das justificativas sem lastro de coerência.

Começou a sucessão de desculpas com a defesa, pelo presidente Ayres Brito, de que sete anos para julgar o processo do mensalão foram até pouco tempo para se fazer um julgamento com segurança. Mesma tese defendida pelo relator, ministro Joaquim Barbosa, a pretexto da complexidade do caso. Para sedimentar essa argumentação precisaria citar a duração para o julgamento de casos semelhantes na Inglaterra, na França, no Japão, nos Estados Unidos, dentre outros países democráticos e desenvolvidos.

Quatro anos para a realização de uma Copa do Mundo ou de uma Olimpíada parece uma eternidade. Com mais um ano, o exíguo prazo do mensalão seria suficiente para a realização de duas. Esse era o desejo, vencido, do revisor, ministro Ricardo Lewandowski.

Definitivamente, por mais intrincados que sejam algumas demandas judiciais, os organismos internacionais deveriam fixar um prazo máximo de um ano para uma decisão final em qualquer país. Acima desse prazo não se faz justiça, qualquer que seja a decisão. A contradição é que ambos agora entendem demorado passar alguns meses para o julgamento em si, com sugestão de convocação de sessões extraordinárias para agilizar o andamento. Três, quatro meses não são nada para quem já esperou por sete anos.

Depois veio a discussão quanto à forma do julgamento: fragmentada por tópicos ou voto completo de cada ministro. Vencedora a posição do relator, o fracionamento jogou por terra todo o trabalho do ministro Cezar Peluso, em decorrência de sua aposentadoria compulsória. Uma falha gritante já foi não levar em conta o risco da aposentadoria no meio do julgamento. Com um mínimo de sensatez, teriam acordado ao menos pelo voto completo de Cezar Peluso antes dos demais. Claro que cada já tem sua convicção subjetiva por que esse voto não se completou.

Além de percentualizar seu voto, Cezar Peluso inovou quanto à postura de um magistrado ao julgar alguns réus do andar de cima. Como um sinal claro de pedido de desculpas por condená-los, alegou que nenhum juiz fica feliz em condenar. Nem deve mesmo ficar nem saltitante nem deprimido, impedido que está pelo princípio constitucional da imparcialidade. Ao acompanhar o colega, o ministro-presidente Ayres Brito recheou com fel, jiló e outros sabores menores adocicados.  Não se tem notícia que ambos já cultivassem o mesmo sentimento quando julgavam os Zés da Silva à época de juízes. Joaquim Barbosa alertou o presidente de que a Suprema Corte não precisaria se justificar, numa referência clara aos renomados advogados no que, no claro disfarce, Ayres Brito colocou como uma satisfação da judicatura à sociedade.

Não poderiam faltar as distorções na mídia. Num editorial recente a Folha de S.Paulo chama de simplista quem defende a absolvição ou a condenação “a qualquer custo”. Fomentar complexidade é outra estratégia recorrente na sociedade brasileira para depois se fingir vítima dela. É preciso afirmar para a Folha que de ser simples assim: o mensalão existiu? Essa conduta se enquadra no Código Penal? Os autores agiram livres de coação irresistível ou tortura? Eram capazes de compreender seus atos? Caso as respostas sejam positivas, devem ser condenados ou absolvidos?

Resta esclarecer a necessidade de os condenados cumprirem as penas em seus estados de domicílio e não num presídio federal determinado pelo Supremo. A sociedade também precisa ser informada como será feito o ressarcimento do dinheiro público surrupiado pela quadrilha, segundo o procurador-geral da República, bem como as medidas preventivas de fugas para o exterior.

Independente da complexidade, sete anos para julgar uma ação não tem justificativa plausível; não seriam os ministros quem deveriam pedir desculpas; Joaquim Barbosa tem razão em negar a necessidade de aquiescência dos papas da advocacia. Que se deixe bem claro para a Folha de São Paulo que a sociedade é a vítima nesse caso e de forma nenhuma foi ela quem quis a condenação. E para a felicidade geral da Nação as decisões independem da tristeza de alguns juízes.

Pedro Cardoso da Costa
Bacharel em direito

"TODA CRIANÇA DE RUA TEM UM RESPONSÁVEL QUE A ABANDONOU"

MATIZES DE SEGREGAÇÃO

Bruno Peron

As desigualdades convertem-se em segregações que dificultam a tarefa dos formuladores de políticas públicas e dos idealizadores do convívio na diversidade (como aquele de "unidade na diversidade"). Da época em que se podia reduzir os fatores desigualadores com estratégias macroeconômicas e macrossociais chegamos a outra em que se faz necessário pensar nos níveis de interação antrópica, tais como a relação entre cultura e desenvolvimento. Sugiro, portanto, algo mais que apenas pensar no "social" ao propor ações políticas.
As cidades latino-americanas compreendem o maior exemplo de paroxismo das contradições das ex-metrópoles, que não perdem de longe em negligência humana. Insistimos em aplicar aqui medidas que não deram certo lá. As segregações urbanas são uma forma de evitar contato direto entre desiguais (enjaulamento das casas, fuga a condomínios fechados, carros blindados e com vidros sempre fechados nos semáforos, preço alto para entrada a eventos, preferência pela gastronomia internacional aos restaurantes de comida caseira, etc.).
Por sua vez, áreas urbanas europeias não segregam menos. A despeito de que as repetitivas e triviais casas inglesas no estilo vitoriano praticamente prescindam de portões altos porque até então não precisam deles, as pessoas ignoram-se nas ruas de Londres. No transporte público, quase todos se distraem em suas cápsulas (jornais, celulares, tabletes, laptops, MP3 e fones de ouvido). Ainda, o termo "sorry" deixa de simbolizar somente um pedido de desculpas e passa a ser ferramenta de "grupos étnicos" para quebrar o clima de indiferença.
Uma das desconformidades entre América Latina e Europa neste assunto é que, na primeira região, a segregação é preponderantemente objetiva, enquanto ela é subjetiva no continente europeu. Varia também o grau em que e a razão pela qual a segregação condiciona-se em cada lugar geográfico. Ambas têm em comum a rudimentaridade de desconhecer princípios de irmandade e de modos de vida comunitários que ofereçam alternativa ao individualismo.
O mundo digital não escapa dos matizes de segregação: velocidades maiores ou menores de acesso à Internet de acordo com a renda familiar e a disponibilidade de banda larga no bairro, redução da privacidade de usuários pelo acesso de terceiros a seu histórico de navegação (cookies) e a posterior publicidade dirigida, uso de senhas para acessar conteúdos comerciais, e grupos de amigos que não aceitam xeretas desconhecidos em suas redes anti-sociais.
As sociedades modernas testemunham a redução do contato direto entre pessoas e o aumento de eficiência na satisfação de necessidades básicas. Grandes redes de supermercados na Inglaterra investem no sistema de caixas "self-checkout", em que o consumidor faz suas compras sem necessariamente trocar um olhar ou uma palavra com ninguém. Tampouco lhe importa a consequência imediata de redução de empregos neste setor de serviços.
O sociólogo francês Pierre Bourdieu descobriu, durante seus estudos, que o conhecimento das artes e das ciências democratiza-se apenas formalmente por meio de políticas que ampliam o acesso e o consumo de todos; no entanto, poucos têm a capacidade de interpretar os significados complexos do "capital simbólico" que acedem, por exemplo, numa exposição de artes plásticas, um salão de tiras humorísticas ou uma feira científica. Portanto, a cultura e a educação não se democratizam tão facilmente na prática quando, para a consumação deste processo, é preciso que seu receptor tenha algum preparo prévio.
Por esta razão, resulta estranho que o programa federal do Vale Cultura fomente o consumo da Cultura pelas classes trabalhadoras no Brasil sem lhes dar condição de saber o que estão fazendo e por que devem fazê-lo ou até de gerar seus produtos culturais próprios. Escrevo Cultura propositalmente com maiúscula porque a Turma da Cultura dos escritórios governamentais vê pouca alternativa de "aculturação" dos setores populares que ir ao teatro, a salões artísticos de elite e ver o último filme do Homem Morcego no cinema.
A este mistifório entre segregações sociais, virtuais e de consumo cultural, as soluções deverão ser matizadas e meticulosamente planejadas. Do contrário, teríamos mais algumas décadas de desenvolvimento latino-americano à deriva da realização humana no convívio.